FELIZ DIA DAS MÃES


MINHA ETERNA PAIXÃO
Benício Rios.
Hoje estamos passando para homenagear uma pessoa muuuuuuuito especial. Sabe quem é? É você mesmo, mamãe. Sabe por quê? Por motivos pequenos e gestos bem grandes que só você, mãe, seria capaz de fazer.
Mãe,
Lembra quando sorriu para mim pela primeira vez?
- Me apaixonei: Você foi a primeira mulher da minha vida. Minha paixão.
Quando me colocou nos braços pela primeira vez  eu me senti tão seguro, que se eu pudesse nunca mais sairia dali, mas sempre chegava alguém para me tirar do teu colo, até eu chorar... chorar... e ser devolvido pra você.
Quando eu caí e chorei, foi você que enxugou os meus olhos, e com o seu toque, sarou minhas feridas: e que poder tem esse toque, mamãe.
Aí que eu descobri que além de mãe, você também é minha melhor amiga. Afinal não são para os melhores amigos que contamos nossos segredos? – Lembra de quantos segredos eu te contei, mamãe? Esqueceu né? Porque era segredo... e aí, até pra mim, você faz de conta que não lembra mais.

Obrigado, mamãe, por ser a minha primeira e eterna paixão!  

BREVE HISTÓRICO SOBRE ROMEU E JULIETA E ATIVIDADE

Por Ana Lucia Santana
Este clássico da literatura universal vem há séculos seduzindo gerações de leitores apaixonados, que encontram nas páginas tecidas pelo inglês William Shakespeare uma das mais belas e trágicas histórias de amor de todos os tempos. A história de Romeu e Julieta praticamente transformou-se em um arquétipo da psique humana, como ocorreu, por exemplo, com o mito de Édipo, criado por Sófocles, célebre dramaturgo grego, e convertido por Sigmund Freud em um conceito fundamental da Psicanálise.
Esta tragédia shakespereana, elaborada entre 1591 e 1595, não é significativa apenas por enfocar o amor proibido entre dois jovens na Verona renascentista, mas também por denunciar a hipocrisia e as convenções sociais, os interesses econômicos e a sede de poder, elementos que engendram inevitavelmente a intolerância e condenam o sentimento nobre que brota dos corações de Romeu e Julieta.
Nesta cidade italiana, aproximadamente em 1500, duas famílias tradicionais, os Montecchios e os Capuletos, cultivam uma intensa e insustentável inimizade que já remonta a vários anos. Independente desta rivalidade, Romeu e Julieta, filhos únicos destes poderosos clãs, se apaixonam e decidem lutar por este sentimento.
Os amantes se conhecem em uma festa promovida pelo líder dos Capuletos, pai da jovem. Romeu, evidentemente, não foi convidado mas, acreditando estar apaixonado por Rosaline, uma das moças presentes no evento, se oculta sob um engenhoso disfarce e vai à celebração. Uma vez, porém, que ele se depara com Julieta, a imagem da outra garota desaparece de seu coração, e nele agora só há espaço para a jovem desconhecida. Logo depois os dois descobrem que pertencem a famílias que se odeiam.
Romeu, logo depois da festa, oculto no jardim, ouve involuntariamente o diálogo de Julieta com as estrelas, durante o qual ela confessa sua paixão. Ele então a procura e se declara. Um dia depois os dois, com o auxílio do Frei Lawrence, que pertence ao círculo de amizades do jovem, se casam em segredo.
Mas asombra da tragédia parece persegui-los. Neste mesmo dia Romeu se envolve sem querer em uma briga com o primo de Julieta, Tebaldo, que ao descobrir a presença do Montecchio na festa de seus tios, planeja uma revanche contra ele. A princípio o jovem não aceita provocações, mas seu amigo Mercúcio confronta o adversário e é morto por ele, o que provoca a revolta de Romeu, o qual mata Tebaldo para se vingar.
Esta morte acirra ainda mais o ódio entre as famílias e o Príncipe da cidade manda Romeu sair de Verona. O velho Capuleto, sem saber da união de sua filha com o inimigo, arranja o casamento da filha com Páris. O frei a convence a aceitar o matrimônio, mas arma um plano. Pouco antes da cerimônia Julieta deverá ingerir uma poção elaborada por ele; com a ajuda deste preparado ela será considerada morta.
Romeu seria avisado e retornaria para retirá-la do jazigo dos Capuleto assim que ela despertasse. Porém, como não poderia ser diferente em uma tragédia de Shakespeare, Romeu descobre o ocorrido antes de ser notificado pelo Frei. Desesperado, ele adquire uma poção venenosa e, na sepultura onde se encontra a amada, ingere o conteúdo do frasco e morre junto à Julieta.
A jovem, ao acordar, se dá conta do que aconteceu e, com o punhal roubado de Romeu, se mata. Os dois são encontrados juntos, mortos, para completo desespero dos familiares. Abalados com a tragédia, eles se reconciliam definitivamente.
A peça de Shakespeare teve inúmeras montagens e versões ao longo do tempo. A história também foi transposta para as telas dos cinemas. As duas versões mais conhecidas são a de Franco Zeffirelli, de 1968, protagonizada por Leonard Whiting e Olívia Hussey; e a de Baz Luhrmann, de 1996, interpretada por Leonardo DiCaprio e Claire Danes, a qual se passa no mundo atual.

professor, para acessar o plano de aula clique aqui

atividade -  assista o filme abaixo, baseado na peça, e em seguida responda as questões que seguem 


Teste seus conhecimentos sobre Romeu e Julieta, a mais famosa história de amor de todos os tempos. Um clássico que tem encantado gerações há mais de 400 anos.

1 - Qual o motivo de o amor de Romeu e Julieta ser impossível?
a) Julieta estava prometida em casamento
b) Romeu era pobre
c) As famílias eram rivais
d) Eles tinha uma diferença de idade muito grande
e) O pai de Romeu havia brigado com o irmão de Julieta

2 - Como Romeu e Julieta conseguem se casar?
a) O pai de Julieta promete a Romeu a mão da filha em casamento em troca de favores
b) O pai de Romeu permite a união por causa do grande dote oferecido pelo pai de Julieta, que se beneficiaria com o casamento
c) Eles fogem para uma cidade distante e lá se casam
d) Julieta vai à Igreja sob o pretexto de confessar e lá se casa com Romeu, que, por ser amigo do padre, conseguiu que a cerimônia fosse realizada
e) Eles não conseguem se casar

3 - O que acontece com Mercúrio, grande amigo de Romeu?
a) Casa-se com Rosalina
b) Se torna o príncipe de Veneza
c) Termina na prisão por matar Teobaldo
d) Termina na prisão por matar Romeu, pois amava Julieta
e) É morto por Teobaldo

4 - Por que Romeu precisa fugir?
a) Porque Páris, pretendente de Julieta, fica sabendo do casamento e quer matar Romeu
b) Porque mata Teobaldo, primo de Julieta
c) Porque mata Mercúrio
d) Ele não precisa fugir. Quem tem motivos para a fuga é seu pai, que mata o pai de Julieta
e) Porque Julieta se casa com Páris e ele não consegue suportar não ficar com sua amada

5 - Como Romeu descobre a "morte" de Julieta?
a) Um amigo que ele mandou para saber notícias de Julieta vê o corpo da moça sendo levado para a sepultura
b) O pai de Julieta envia um comunicado à família Montecchio noticiando a morte da jovem e dando detalhes sobre o velório e sepultamento
c) A mãe de Julieta o acusa formalmente da morte da filha e manda prendê-lo
d) Julieta morre nos braços de Romeu
e) Romeu é avisado pelo padre da morte de Julieta

6 - Como Julieta consegue se livrar do casamento com Páris?
a) Ela é incentivada pelo padre a tomar uma poção que lhe deixará aparentemente morta
b) Ela consegue convencer seus pais de que só será verdadeiramente feliz com Romeu, seu amor de verdade
c) Páris é agressivo com Julieta e o pai da moça repudia o ato
d) Páris é morto por Romeu antes do casamento
e) Páris perde todo seu dinheiro em um jogo de pôquer, e isso entristece a família Capuleto

7 - Como é o nome do escritor de Romeu e Julieta?
 (W_ _ _ _ _ _ S_ _ _ _ _ _ _ _ _ _)

8 - Como é o final da história de Romeu e Julieta?
a) Romeu se suicida após saber que Julieta casou-se com Páris, e esta também se mata após saber da morte de Romeu
b) Romeu se mata por pensar que Julieta está morta, e esta também comete suicídio ao ver seu amado sem vida
c) Romeu e Julieta fogem para uma cidade distante de Verona, onde se casam, viram comerciantes e têm 3 filhos
d) As famílias fazem as pazes após uma ordem vinda do príncipe, e o casamento dos dois jovens é permitido
e) Os dois resolvem morrer juntos e serem felizes no paraíso, porque sabem que na Terra sua felicidade será impossível devido às constantes brigas entre seus familiares

9 - Romeu e Julieta foi escrito em forma de livro. Verdadeiro ou falso?
a) Verdadeiro   b) Falso

GABARITO: C | D | E | C | A | A | William Shakespeare | B | B

OBRIGADO

Estávamos sedentos de tesão naquele dia.
Mas uma coisa fazia de mim uma pessoa infeliz.
Mesmo uma corda me apertando por dentro,
Continuamos até onde eu pude aguentar.
Quando não pude mais, eu pedi para que você embora
E nunca mais voltasse, me esquecesse
e fingisse que nada entre nós havia acontecido.
Mas não, você teimou, chorou, insistiu e ficou.
(...)
Você sabia dos obstáculos, da corda bamba na qual teria que andar
Todos os dias, e que a qualquer momento poderia
Cair e se machucar – e feio!
Mas não, você teimou, chorou, insistiu e ficou.
Ficou ali, me olhando, dizendo que queria.
Eu não pedi que ficasse. Mas no fundo esse era o meu desejo,
Pois por mais que eu demonstrasse dureza  e independência,
Eu só queria um abraço.
Você ficou e me deu esse abraço.
Com o meu peito molhado pelas suas lagrimas,
Agradeci aos céus e só pedi uma coisa: Que fosse para sempre!
A corda bamba? Ela foi armada.
Mas juntos não tivemos medo dela. Encaramos ela todas as vezes.
Se vamos cair? Ainda não sei, mas se cairmos,

Levantaremos juntos.

GABARITOS PROVAS DO 2º BIMESTRE

COLÉGIO Adahil Barreto - Iguatu, Ceará


6º Ano B
QUESTÃO 1 – C
QUESTÃO 2 – d
QUESTÃO 3 – D
QUESTÃO 4 – B
QUESTÃO 5 – A
QUESTÃO 6 – a
QUESTÃO 7 – d
QUESTÃO 8 – a
QUESTÃO 9 – d
QUESTÃO 10 – c
QUESTÃO 11 – d
QUESTÃO 12 – d
QUESTÃO 13 – a
QUESTÃO 14 – a
QUESTÃO 15 – d


7º Ano B
QUESTÃO 1 – c
QUESTÃO 2 – d
QUESTÃO 3 – b
QUESTÃO 4 – a
QUESTÃO 5 – b
QUESTÃO 6 – b
QUESTÃO 7 – b
QUESTÃO 8 – d
QUESTÃO 9 – d
QUESTÃO 10 – d
QUESTÃO 11 – A
QUESTÃO 12 – B
QUESTÃO 13 – B
QUESTÃO 14 – c
QUESTÃO 15 - caça-palavras

8º Ano a – PROVA 1
QUESTÃO 1 – d
QUESTÃO 2 - d
QUESTÃO 3 - a
QUESTÃO 4 - c
QUESTÃO 5 – d
QUESTÃO 6 – a
QUESTÃO 7 - a
QUESTÃO 8 - a
QUESTÃO 9 - B
QUESTÃO 10 - A
QUESTÃO 11 -  d
QUESTÃO 12 – d
QUESTÃO 13 - a
QUESTÃO 14 - a
QUESTÃO 15 - d

8º Ano a – PROVA 2
QUESTÃO 1 - d
QUESTÃO 2 - d
QUESTÃO 3 - a
QUESTÃO 4 - a
QUESTÃO 5 - c
QUESTÃO 6 – a
QUESTÃO 7 – d.
QUESTÃO 8 - a
QUESTÃO 9 - B
QUESTÃO 10 - A
QUESTÃO 11 – d
QUESTÃO 12 – d
QUESTÃO 13 - a
QUESTÃO 14 -  a
QUESTÃO 15 - d


8º Ano a – PROVA 3
QUESTÃO 1 – d
QUESTÃO 2 – d
QUESTÃO 3 – a
QUESTÃO 4 – a
QUESTÃO 5 – d
QUESTÃO 6 – d
QUESTÃO 7 – a
QUESTÃO 8 – d
QUESTÃO 9 – a
QUESTÃO 10 – c  
QUESTÃO 11 – d
QUESTÃO 12 – a
QUESTÃO 13 – a
QUESTÃO 14 – B
QUESTÃO 15 – A

8º Ano B – PROVA 1
QUESTÃO 1 – d
QUESTÃO 2 – d
QUESTÃO 3 – a
QUESTÃO 4 – c
QUESTÃO 5 – d
QUESTÃO 6 – a
QUESTÃO 7 – a
QUESTÃO 8 – a
QUESTÃO 9 – B
QUESTÃO 10 – A
QUESTÃO 11 – A
QUESTÃO 12 - B
QUESTÃO 13 – B
QUESTÃO 14 – c
QUESTÃO 15 - Caça-palavras



8º Ano B – PROVA 2
QUESTÃO 1 – d
QUESTÃO 2 - a
QUESTÃO 3 - d
QUESTÃO 4 - c
QUESTÃO 5 - a
QUESTÃO 6 – d
QUESTÃO 7 – a
QUESTÃO 8 – a
QUESTÃO 9 – A
QUESTÃO 10 – B
QUESTÃO 11 – c
QUESTÃO 12 – B
QUESTÃO 13 – A
QUESTÃO 14 – B
QUESTÃO 15 – caça palavras


8º Ano B – PROVA 3
QUESTÃO 1 -  B
QUESTÃO 2 - A
QUESTÃO 3 - c
QUESTÃO 4 -  B
QUESTÃO 5 -  caça palavras
QUESTÃO 6 - d
QUESTÃO 7 - a
QUESTÃO 8 - d
QUESTÃO 9 – d
QUESTÃO 10 - c
QUESTÃO 11 - a
QUESTÃO 12 – a
QUESTÃO 13 - a
QUESTÃO 14 - A
QUESTÃO 15 - B

ALGUMAS PARTICULARIDADES SOBRE O CARNAVAL


O Carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tronou-se elemento da cultura nacional. Porém, o Carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste páis. A História do Carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma. 
A palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.
Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. As Saceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.
O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.
O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica.
As associações entre o carnaval e as orgias podem ainda se relacionar às festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam festas dedicadas ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcadas pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.
Havia ainda em Roma as Saturnálias e as Lupercálias. As primeiras ocorriam no solstício de inverno, em dezembro, e as segundas, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias com comidas, bebidas e danças. Os papeis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.
Mas tais festas eram pagãs. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos as festas. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.
A Igreja Católica buscou então enquadrar tais comemorações. A partir do século VIII, com a criação da quaresma, tais festas passaram a ser realizadas nos dias anteriores ao período religioso. A Igreja pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus excessos, antes do período da severidade religiosa.
Durante os carnavais medievais por volta do século XI, no período fértil para a agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam nas ruas e campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens das casas.
Durante o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte, teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença, canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com carros decorados, os trionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam a bauta, uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três pontas e uma máscara branca.
A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que na colônia era praticada pelos escravos. Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais também foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil.


A seguir conheceremos alguns elementos que compõe esta festa:

O TRIO ELÉTRICO: O carro que deu origem ao que chamamos de trio elétrico hoje foi criado pelos amigos Adolfo Antônio do Nascimento (Dodô) e Osmar Alvares Macedo (Osmar), no ano de 1950. Osmar, que era proprietário de uma oficina mecânica, decidiu decorar um Ford 1929 com vários círculos coloridos, como se fossem confetes e colou uma placa com os dizeres "Dupla elétrica". Dodô montou uma fonte que foi ligada à corrente de uma bateria de automóvel, que alimentava o funcionamento dos alto-falantes instalados no carro. A dupla saiu no domingo de carnaval pelas ruas de Salvador e arrastou milhares de folião. No ano seguinte, a dupla convidou um amigo para formar um trio, o "trio elétrico".

PIPOCA: Os foliões que não possuem abadá também podem brincar o carnaval. Batizados de pipoca, esse público curte o carnaval do lado de fora dos trios e pode acompanhar o artista de sua preferência ao longo do circuito.

BLOCOS: Os blocos de afoxé fazem parte do mesmo circuito do carnaval tradicional e suas principais características são as cantigas em dialeto ioruba e os instrumentos de percussão. O ritmo da dança na rua é o mesmo dos terreiros, bem como a melodia entoada. Esses blocos ajudam a manter a tradição afro no carnaval baiano e a memória cultural do povo. O primeiro bloco afoxé criado na Bahia era e permanece exclusivamente masculino, o Filhos de Gandhy. Porém, hoje existem vários blocos de afoxé composto por mulheres.

BONECOS DE OLINDA: Esses bonecos representam uma herança europeia e têm sua origem nas procissões do século 15, nas quais acompanhavam os cortejos religiosos. O primeiro boneco a sair às ruas de Olinda foi o Homem da Meia-Noite, que anima a folia desde 1932. Os tipos populares também sempre desfilam pelas ladeiras de Olinda. A cada ano, eles representam personagens inspirados tanto nos noticiários, como nos mais tradicionais costumes, carregando em suas fantasias a crítica social tradicionalmente presente no carnaval da cidade.

ESCOLA DE SAMBA: A primeira escola de samba carioca (Deixa Falar) foi fundada no ano de 1928, no bairro carioca de Estácio, centro do Rio de Janeiro. Anos depois, começou a competição entre elas, disputada na Praça Onze. É apenas no ano de 1935, as escolas de samba do Rio de Janeiro passam a ser oficialmente reconhecidas e entram na programação oficial da cidade e elas passam a desfilar na Avenida Rio Branco. Em 1962, o Departamento de Turismo da cidade construiu arquibancadas e implantou a venda de ingressos no circuito das escolas de samba.

AS MARCHINHAS DE CARNAVAL: As marchinhas nasceram como um ritmo executado prioritariamente nos salões do Rio de Janeiro. Cariocas e extremamente urbanas, elas tiveram sua ascensão concomitante ao aumento de participação da classe média no carnaval de rua, e em poucos momentos chegou a arrastar multidões. O reinado das marchinhas durou cerca de quatro décadas, de 1920 a 1960.


A T I V I D A D E  S O B R E   O  T E X T O

1) O Carnaval antecede um período observado pela comunidade católica. Qual?
a) Natal
b) Quaresma
c) Noite de São Bartolomeu
d) Vigília

2) Um dos mais famosos carnavais do mundo ocorre na Europa. Em qual cidade?
a) Veneza
b) Paris
c) Oslo
d) Atenas

3) Como se chamou o primeiro Carnaval brasileiro de rua?
a) Carnavieira
b) Bloco do Osmar
c) Trio Elétrico
d) Entrudo

4) Em que década surgiu a Estação Primeira de Mangueira, uma das primeiras escolas de samba do país?
 a) 20
b) 60
c) 30
d) 40

5) Apesar dos trios elétricos serem parte imprescindível do Carnaval do Nordeste, essa tradição não existe em Olinda, Pernambuco. Por quê?
a) Porque a cidade é Patrimônio Histórico da Humanidade
b) Porque as ruas são estreitas demais
c) Porque foi colonizada por alemães, que nunca introduziram essa prática
d) Porque os trios foram proibidos após um acidente em 1992

6) Como e quando foi criado o trio elétrico?
 a) O automóvel que deu origem ao que chamamos de trio elétrico foi criado na Bahia pelos músicos Dodô e Osmar em 1950. Osmar decorou um carro com vários círculos coloridos, como se fossem confetes e colou uma placa com os dizeres "Dupla elétrica". Dodô montou uma fonte que foi ligada à corrente de uma bateria de automóvel, que alimentava o funcionamento dos alto-falantes instalados no carro. A dupla saiu no domingo de carnaval pelas ruas de Salvador e arrastou milhares de folião. No ano seguinte, a dupla convidou um amigo para formar um trio, o "trio elétrico".
 b) Diferentemente do que se pensa, o trio elétrico não surgiu na Bahia. O trio elétrico foi criado no Rio de Janeiro ganhou as ruas na década de 40 por um dos blocos de rua mais tradicionais da cidade, que levava o nome do carro de som que embala os foliões. A invenção, no entanto, não foi atribuída a nenhum integrante específico.
 c) O automóvel que deu origem ao que chamamos de trio elétrico foi criado na Bahia pelos músicos Dodô e Osmar em 1980, quando o axé music começou a se popularizar pelo país e surgiu a necessidade de possibilitar que um maior número de pessoas pulassem o carnaval baiano. No mesmo período foram definidos os três circuitos oficiais da festa, dois deles acabaram ganhando os nomes dos músicos baianos.

7) De 1950 para cá, após a criação do trio elétrico, o carnaval da Bahia ficou cada vez mais comercial. Por isso, para comprovar a compra dos ingressos, o folião deve ir vestido com a camiseta do bloco que escolheu – o abadá. Mas será que quem não possui abadás pode brincar o carnaval nos circuitos principais, mesmo sem ter pagado ingresso?
 a) Não. Apenas as pessoas que possuem abadás podem brincar nos três circuitos principais do carnaval baiano.
 b) Sim. Os foliões que não possuem abadá também podem brincar o carnaval. Batizados de pipoca, esse público curte o carnaval do lado de fora dos trios e pode acompanhar o artista de sua preferência ao longo do circuito.
 c) Sim. Desde 1999 a prefeitura de Salvador soltou um decreto que obriga os organizadores dos blocos de carnaval da Bahia reservem 3% dos ingressos para os cidadãos soteropolitanos que não podem pagar. Os abadás são distribuídos sempre uma semana antes das comemorações do carnaval começarem.

8) Quais são as principais características dos blocos de afoxé baiano? Eles acontecem nos mesmos circuitos que os blocos tradicionais do carnaval?
 a) Não, eles acontecem próximos aos terreiros de candomblé da Bahia e suas principais características são as roupas, nas cores dos orixás, as cantigas em língua iorubá, instrumentos de percussão, atabaques, agogôs, afoxés e xequerês. O ritmo da dança na rua é o mesmo dos terreiros, bem como a melodia entoada.
 b) Sim, os blocos de afoxé fazem parte do mesmo circuito do carnaval tradicional e suas principais características são as cantigas em dialeto iorubá, instrumentos de percussão e a participação exclusiva de homens.
 c) Sim, os blocos de afoxé fazem parte do mesmo circuito do carnaval tradicional e suas principais características são as cantigas em dialeto ioruba e os instrumentos de percussão. O ritmo da dança na rua é o mesmo dos terreiros, bem como a melodia entoada.

9) Qual é a origem dos bonecões no carnaval de Pernambuco?
a) Esses bonecos representam uma herança europeia e têm sua origem nas ruas de Olinda. A cada ano, eles representam personagens inspirados tanto nos noticiários, como nos mais tradicionais costumes, carregando em suas fantasias a crítica social tradicionalmente presente no carnaval da cidade.
b) Esses bonecos são genuinamente brasileiros e nasceram de uma sátira feita pelo bloco o Homem da Meia-Noite, que anima a folia pernambucana desde 1932. Nesse ano, o bloco satirizou o movimento integralista, de inspiração fascista.
c) Esses bonecos representam uma herança europeia e têm sua origem nas procissões do século 15, nas quais acompanhavam os cortejos religiosos. O primeiro boneco a sair às ruas de Olinda foi o Homem da Meia-Noite, que anima a folia desde 1932. Os tipos populares também sempre desfilam pelas ladeiras de Olinda. A cada ano, eles representam personagens inspirados tanto nos noticiários, como nos mais tradicionais costumes, carregando em suas fantasias a crítica social tradicionalmente presente no carnaval da cidade.


10) Quando o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro se tornou uma competição oficial?

a) No mesmo ano da inauguração do sambódromo, em 1962. Com um espaço oficial para a realização dos desfiles, a prefeitura legitimou o campeonato amador que já acontecia na Avenida Rio Branco.
b) Em 1935, quando o carnaval entrou no calendário oficial de eventos da cidade e as escolas de samba passaram a desfilar na Avenida Rio Branco. 
c) Em 1928, ano de fundação das primeiras escolas de samba da cidade. A partir de então houve a necessidade da definição de critérios bem estabelecidos para a realização dos desfiles, como a definição dos tempos mínimos e máximos e dos quesitos a serem julgados.

 

11) Em que mês acontece o festival de Parintins e qual é sua duração?

a) O Festival acontece no mês de outubro e dura cinco dias. Nesses dias, os bois desfilam por uma hora, em ordem alternada. Cerca de 3 500 integrantes passam pelo “bumbódromo”, divididos em 30 tribos (uma espécie de ala de escola de samba). Os bois possuem mestres de cerimônias, que narram o enredo e as alegorias. O Garantido e o Caprichoso desfilam por três noites, em apresentações que duram duas horas e meia.
b) O evento se repete todo mês de junho. Cerca de 3 500 integrantes de cada boi desfilam por noite, divididos em 30 tribos (uma espécie de ala de escola de samba). Os bois possuem mestres de cerimônias, que narram o enredo e as alegorias. O Garantido e o Caprichoso desfilam por três noites, em apresentações que duram duas horas e meia.
c) O evento se repete todo mês de abril e dura apenas uma noite, na qual acontecem os desfiles do Garantido e do Caprichoso, que duram cerca de duas horas. Cerca de 3 500 integrantes de cada boi desfilam, divididos em tribos (algo próximo às alas de escolas de samba). Os bois possuem mestres de cerimônias, que narram o enredo e as alegorias. O Garantido e o Caprichoso desfilam por três noites, em apresentações que duram duas horas e meia.


12) Quais são as cores dos bois Garantido e Caprichoso, respectivamente?

a) Azul e vermelho.
b) Vermelho e azul.
c) Azul e amarelo.

 

13) Onde nasceram as marchinhas de carnaval e em que período elas tomaram os salões?

a) As marchinhas nasceram como um ritmo executado prioritariamente nos salões de São Paulo. Paulistas e extremamente urbanas, elas tiveram sua ascensão concomitante ao aumento de participação da classe média no carnaval de rua, e em alguns momentos chegou a arrastar multidões. O reinado das marchinhas durou cerca de quatro décadas, de 1920 a 1960.
b) As marchinhas nasceram como um ritmo executado prioritariamente nos salões do Rio de Janeiro. Cariocas e extremamente urbanas, elas tiveram sua ascensão concomitante ao aumento de participação da classe média no carnaval de rua, e em alguns momentos chegou a arrastar multidões. O reinado das marchinhas durou cerca de quatro décadas, de 1920 a 1960.
c) As marchinhas nasceram como um ritmo executado prioritariamente nos salões de São Paulo. Cariocas e extremamente urbanas, elas tiveram sua ascensão concomitante ao aumento de participação da classe média no carnaval de rua, e em alguns momentos chegou a arrastar multidões. O reinado das marchinhas durou cerca de quatro décadas, de 1900 a 1940.